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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Prefeitura de Bom Jesus realiza ação preventiva no carnaval

FOTOS: BETO MIX

A Prefeitura de Bom Jesus por meio da Secretaria Municipal de Saúde realizou, no último domingo (26), a ação ‘Carnaval Seguro’, onde atividades educativas, com a distribuição de preservativos e material informativo sobre DST's e gravidez precoce aconteceram nas proximidades da Praça dos Quiosques. 

A medida, segundo o secretário de saúde do município, Felipe Figueredo, é de suma importância para a cidade, principalmente para evitar problemas de saúde e gravidez indesejada entre os jovens. “Bom Jesus possui um grande número de adolescentes grávidas, falta de planejamento familiar, jovens mães com muitos filhos, além de gestantes com DST's. Esse é um momento de chamarmos atenção da população par evitar essas intercorrências,” afirmou o secretário que informou também que além das ação, uma equipe da secretaria esteve presente durante o Carnabomfolia com a ambulância a postos para qualquer intercorrência.


Encerramento do 5º Kairós em Bom Jesus-RN


A Paróquia do Sagrado Coração de Jesus realizou de 26 a 28 de Fevereiro o 5º Kairós, o Retiro de Carnaval de Bom Jesus-RN na Quadra da Escola Municipal Alice Garcia Freire e encerrando o retiro foi realizado o Arrastão pelas ruas da cidade, onde os Jovens saíram pelas principais ruas da cidade entoando cânticos de louvor em diversos ritmos.









Acadêmicos do Tatuapé é campeã do carnaval de SP

FOTOS: G1 CARNAVAL 

Com uma vitória conseguida apenas na última nota, a escola de samba Acadêmicos do Tatuapé foi a grande campeã do carnaval de São Paulo este ano. Após homenagear o continente africano, a Acadêmicos do Tatuapé conseguiu nota dez na quase totalidade dos quesitos e conquistou o primeiro ligar na disputa.

A escola de samba teve como tema Mãe África Conta a Sua História: Do Berço Sagrado da Humanidade à Abençoada Terra do Grande Zimbabwe. Apenas nos últimos instantes os membros e torcedores da escola puderam comemorar o resultado.

Até a nota do penúltimo jurado, quem vencia era a escola Dragões da Real. Com uma homenagem à famosa música do cantor Luiz Gonzaga, a escola que ficou em segundo lugar teve o tema Dragões Canta Asa Branca.

As notas, lidas nesta tarde no Sambódromo do Anhembi, foram atribuídas por 36 jurados, quatro para cada um dos nove quesitos.

Na última e penúltima colocação, as escolas Águia de Ouro e Nenê de Vila Matilde foram rebaixadas para o Grupo de Acesso. De acordo com as regras, os critérios de desempate seguiram a ordem inversa dos quesitos que foram anunciados: fantasia, bateria, comissão de frente, mestre sala e porta bandeira, harmonia, alegoria, evolução, enredo e samba enredo.

Em instantes, começa a apuração das escolas que desfilaram no Grupo de Acesso, das quais as duas mais bem colocadas irão para a elite do carnaval paulista em 2018.

No ano passado, a escola Império da Casa Verde, que começou a apuração em primeiro lugar, foi a campeã do grupo especial.

Fonte: Agencia Brasil EBC


Leci Brandão, madrinha da escola, abriu o desfile e foi seguida da mãe, Dona Lecy, destaque do carro abre-alas. O educador físico Daniel Manzioni é o único rei de bateria do carnaval paulista; ele foi acompanhado da rainha Andrea Capitulino. Para se diferenciar de todas as outras escolas que já falaram da África ao longo dos ano, a Tatuapé se apoiou na filosofia do Ubuntu, que prega compaixão e amor.
















Mangueira e Portela despontam em mais uma noite de problemas na Sapucaí


Em mais uma noite de problemas com carros alegóricos e feridos na Marquês de Sapucaí, Mangueira e Portela conseguiram encerrar os desfiles hoje (28) como fortes candidatas ao título.


A primeira escola que desfilou foi a União da Ilha, que investiu em carros alegóricos gigantes para abordar o tempo em seu enredo, que partiu do mito angolano de Nzara Ndembu. O abre-alas da escola se destacou na avenida, com 18 metros de altura.


O penúltimo carro da agremiação, no entanto, apresentou problemas já ao entrar no sambódromo e acabou causando um buraco no desfile, falha considerada grave se for constatada diante da cabine de jurados. Na saída, mais uma vez o carro dificultou a vida da escola, que teve que correr para encerrar o desfile dentro do limite de uma hora e 15 minutos.


A São Clemente apostou em um desfile bem humorado e colorido para contar a história que antecedeu a construção do Palácio de Versalhes, na França. Na época, um alto funcionário da coroa francesa construiu um palácio incompatível com sua renda, e, indignado, o rei ordenou que fosse construído um maior.

Com carros menores e fantasias mais leves, a escola conseguiu passar pela Sapucaí sem problemas.


No desfile da Mocidade, o gigantismo retornou e os problemas também. A escola teve dificuldade para manobrar um dos carros na saída da avenida, e, em outro veículo, uma integrante caiu quando o pedestal em que ela estava desabou.

Com belos carros e fantasias que abordaram o Marrocos e também resgataram histórias como As Mil e Uma Noites, a escola conseguiu empolgar o público. Um dos pontos altos foi o tapete voador que decolava de sua comissão de frente, fazendo com que Aladdin sobrevoasse as arquibancadas. O coreógrafo Saulo Finelon comemorou o sucesso do aeromodelo.

"Foi uma comissão de frente lúdica e alegre, com bastante efeito, que causou impacto na avenida. É muito trabalho e às vezes dá vontade de desistir. Aí, no final, dá tudo certo, e a gente vê que vale a pena."

A Unidos da Tijuca entrou na avenida cercada de expectativas, já que nos últimos anos têm se destacado com boas posições e títulos no carnaval do Rio de Janeiro. Um acidente com 12 feridos, no entanto, pode ter deixado a escola na outra ponta da tabela. O topo de um carro alegórico afundou sobre os ocupantes, e os bombeiros precisaram fazer o socorro em meio ao desfile. A evolução da escola teve sua ordem de alas alterada com a paralisação do carro alegórico, e cinco pessoas tiveram que ser transferidas para hospitais.

A homenagem a Pixinguinha e Louis Armstrong contou com referências a nomes mais recentes da música americana, como Beyoncé e Whitney Houston. O presidente da escola, Fernando Horta, ponderou que nem tudo foi prejudicado pelo desabamento: "A bateria é muito boa, mestre-sala e porta-bandeira, a comissão de frente. Tudo isso passou bem", disse. "Se a Tijuca desce, seria uma pena para o carnaval."

A Portela fez um desfile que terminou com gritos de "É campeã!" e contou a relação histórica entre a humanidade e os rios, passando também por lendas e religiões. A escola lembrou Paulinho da Viola e o samba "Foi um rio que passou em minha vida" e também protestou contra a tragédia ambiental com a barragem da Samarco em Mariana.

O carnavalesco Paulo Barros terminou o desfile em clima de festa com os integrantes da escola.

"Foi um rio que invadiu a avenida", disse. "Agora tem que esperar as notas, mas, independente disso, a Portela fez um belo desfile e cumpriu o papel dela".

A Mangueira encerrou a noite com um enredo sobre santos que reúnem devotos no Brasil e emocionou com alegorias poderosas como as de Nossa Senhora Aparecida, Iemanjá e São Jorge.

"Eu não vi o desfile, só brinquei o desfile. Acho que a Mangueira fez um grande carnaval. Eu me diverti à beça", disse o carnavalesco, Leandro Vieira.

O uso de imagens religiosas já foi motivo de atritos entre escolas de samba e a Igreja Católica no Rio de Janeiro, e o carnavalesco acredita que o desfile da Mangueira em 2017 ajuda a mudar isso. "É o carnaval fazendo as pazes com a igreja. Religião é cultura popular", disse Vieira, que ouviu gritos de "bicampeã" de integrantes da escola e da arquibancada, já que a Mangueira foi a vencedora do ano passado.

Fonte: Agencia Brasil EBC 
Fotos: G1 CARNAVAL